Sábado de sol. Você passeia pela rua sem muita
pressa, andando de um lado para o outro para matar o tempo. De repente, vê uma
vitrine que chama atenção e decide entrar na loja para dar aquela olhadinha
característica de quem não procura nada específico. A vendedora vem ajudar e
olha para você com uma cara preocupada, um pouco sem graça, enquanto você
examina as araras cheias. “Nosso maior tamanho é G, mas, preciso dizer que a
forma é pequena”, murmura a moça, sem saber onde enfiar a cabeça. Você fica
ofendida. Tem vontade de espernear, gritar e perguntar com quem ela acha que
está falando. Mas esboça um sorrisinho igualmente encabulado e dá meia volta.
Afinal de contas, um pensamento racional lhe ocorre: realmente, um vestido G
não vai caber.
Muitas mulheres que vestem o chamado plus size já passaram por tipos semelhantes de constrangimento. Algumas se apertam em roupas pequenas ou vivem de dieta para perder algumas numerações e, enfim, conseguirem usar as roupas que querem. Mas, se você é uma delas, tenho a felicidade de informar que esta rotina está mudando. A passos de formiga, é verdade, mas não podemos dizer que mães ou avós mais gordinhas tinham a oferta que se tem hoje de marcas especializadas em moda de tamanhos especiais. Minha avó, por exemplo, tinha que costurar seus próprios modelitos – e assim fez durante toda a vida. Há, sim, várias grifes que se dedicam a modelagens maiores, mas o problema que os mulherões enfrentam agora é outro.
“Sinto falta de peças próprias para a minha idade. Muitas vezes, vou a uma loja e saio de lá parecendo uma mulher de 40 anos em tons pretos e marrons”, reclama a estudante Bruna de Oliveira, 17 anos. E ela tem razão. Presos no tabu de que cores sóbrias emagrecem, muitos estilistas de moda GG preferem se ater a tons sombrios, que não têm nada a ver com adolescentes e mulheres que gostam de se vestir de forma bem-humorada. (http://www.gmaravilhosas.com/2010/07/sou-gg-e-dai.html)
Muitas mulheres que vestem o chamado plus size já passaram por tipos semelhantes de constrangimento. Algumas se apertam em roupas pequenas ou vivem de dieta para perder algumas numerações e, enfim, conseguirem usar as roupas que querem. Mas, se você é uma delas, tenho a felicidade de informar que esta rotina está mudando. A passos de formiga, é verdade, mas não podemos dizer que mães ou avós mais gordinhas tinham a oferta que se tem hoje de marcas especializadas em moda de tamanhos especiais. Minha avó, por exemplo, tinha que costurar seus próprios modelitos – e assim fez durante toda a vida. Há, sim, várias grifes que se dedicam a modelagens maiores, mas o problema que os mulherões enfrentam agora é outro.
“Sinto falta de peças próprias para a minha idade. Muitas vezes, vou a uma loja e saio de lá parecendo uma mulher de 40 anos em tons pretos e marrons”, reclama a estudante Bruna de Oliveira, 17 anos. E ela tem razão. Presos no tabu de que cores sóbrias emagrecem, muitos estilistas de moda GG preferem se ater a tons sombrios, que não têm nada a ver com adolescentes e mulheres que gostam de se vestir de forma bem-humorada. (http://www.gmaravilhosas.com/2010/07/sou-gg-e-dai.html)
Foi pensando na possibilidade de resolver
esse problema, de muitas mulheres e também homens cachoeirenses, que nasceu a
loja Medida Certa, especializada em tamanhos G, GG, EX. Com uma coleção
diversificada para atender os mais variados gostos e estilos, essa loja já está
sendo um sucesso na cidade, e eu tive o prazer de fotografar a campanha
Primavera-Verão 2012, e diga-se de passagem foi uma tarde ótima, apesar do dia
estar cinza, aproveitamos bem o momento e cada clic, os modelos Fagner Silveira
(que adora uma foto) e a Priscila Artier ajudaram muito pois os dois são
lindos, fotogênicos e muito divertidos. O resultado está ai, e a loja está
cheia de novidades, confiram:
e tem muito mais.....





